
1 - Ao observar comportamentos de risco de um Transtorno Alimentar, demonstre de forma clara, sensível, porém firme, as suas preocupações em relação a saúde desta pessoa;
2 - Acolha esta pessoa de forma carinhosa, seja sensível a dor do outro, evite soluções simples, por exemplo, "coma e você vai se sentir melhor", ou "não vomite mais", se fosse assim tão simples, isso não seria um problema;
3 - Aceite esta pessoa como ela é, deixe claro que o seu sentimento por ela não se define por peso, tamanho, forma do corpo ou hábitos alimentares;
4 - Procure não expor o problema desta pessoa para os outros, a não ser que ela peça sua ajuda para isso, mas encoraje que ela fale com profissionais e parentes próximos sobre sua dor;
5 - Sugira uma rede de suporte para ajudá-la, faça pesquisas sobre o assunto para poder oferecer algumas opções eficazes de tratamento;
6 - Seja paciente, mesmo com ajuda e acompanhamento profissional leva tempo para recuperação e resultados;
7 - Lembre-se que esta pessoa tem uma identidade, o Transtorno Alimentar não a define, então, evite se dirigir a esta pessoa como "anoréxica ou bulímica".
Karin Belmonte CRP 06/90384
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